Nestes últimos tempos tenho acompanhado de perto um processo de divórcio, de uma pessoa minha amiga. Tem-me custado bastante, porque eu próprio não sei bem como lidar com esta situação, as palavras certas nestas alturas…
Já estava desconfiado que este dia iria acabar por chegar, apesar de nunca lhe ter tocado no assunto… sentia nela algo que lhe estava a deixar bastante angustiada e triste, mas não queria contar. Escusava-se a falar das coisas de casa, fora obviamente do filho. E do pouco que já a conheço, percebi logo que não era mulher de aguentar muito tempo a situação pela qual estava a viver.
Depois de algumas tentativas de alertar o agora ex-marido, disse-me que precisava de falar urgentemente comigo.
- Porquê eu? – perguntei-lhe.
- Foste a única pessoa que foi capaz de perceber que algo não estava bem comigo, e além disso, ninguém sabe da existência de ‘nós’” – disse-me.
Depois de ter a certeza que era isso mesmo que ela queria, dei-lhe a força e coragem necessária para avançar em frente com o divórcio e não desistir a meio de todo o processo, para não se descair nas jogadas sentimentais de quem quer que fosse! Porque no mundo em que vivemos já ninguém é obrigado a serviu de empregada ao seu próprio marido e controlada…
Sabia que era capaz, ainda para mais com o apoio do filho (é criança, mas não bebé). “Mãe, só quero que sejas feliz”, disse depois de a mãe lhe colocar a par de tudo.
Já estava desconfiado que este dia iria acabar por chegar, apesar de nunca lhe ter tocado no assunto… sentia nela algo que lhe estava a deixar bastante angustiada e triste, mas não queria contar. Escusava-se a falar das coisas de casa, fora obviamente do filho. E do pouco que já a conheço, percebi logo que não era mulher de aguentar muito tempo a situação pela qual estava a viver.
Depois de algumas tentativas de alertar o agora ex-marido, disse-me que precisava de falar urgentemente comigo.
- Porquê eu? – perguntei-lhe.
- Foste a única pessoa que foi capaz de perceber que algo não estava bem comigo, e além disso, ninguém sabe da existência de ‘nós’” – disse-me.
Depois de ter a certeza que era isso mesmo que ela queria, dei-lhe a força e coragem necessária para avançar em frente com o divórcio e não desistir a meio de todo o processo, para não se descair nas jogadas sentimentais de quem quer que fosse! Porque no mundo em que vivemos já ninguém é obrigado a serviu de empregada ao seu próprio marido e controlada…
Sabia que era capaz, ainda para mais com o apoio do filho (é criança, mas não bebé). “Mãe, só quero que sejas feliz”, disse depois de a mãe lhe colocar a par de tudo.