quinta-feira, janeiro 28, 2010
quinta-feira, outubro 01, 2009
Futuro presidente da TAP
Uma fonte muito próxima de altos cargos da TAP veio há dias confirmar essa grande possibilidade.
domingo, dezembro 02, 2007
GDFJA e o seu patrocínio
domingo, setembro 30, 2007
Cantinho Da Reportagem: Lado-a-Lado
Entretanto vieram outras músicas para sonhar e fazer arrepiar perante uma sala de espectáculos completamente lotada de fãs e perfeitamente “Cúmplices” e onde “Ninguém é de Ninguém”… totalmente entregues ao som fantástico de João Pedro Pais e Mafalda Veiga.
Esta é da Mafalda Veiga, para mim uma das mais bonitas, “Cada Lugar Teu”.
Poucas foram as músicas que gravei, a memória não chegou para tudo… mas o importante não foi a gravação, pois essa ficou gravada na minha memória! Cada passo, cada palavra dita e sentida durante aquelas mais de duas horas de um espectáculo fabuloso.
Esta é uma música nova da Mafalda Veiga que irá sair do próximo álbum, chamada “Balançar” e é simplesmente linda, mesmo linda!
Uma Noite Para Comemorar, uma das músicas obrigatórias nos concertos da Mafalda Veiga. Uma música que faz sonhar e leva-nos para um mundo inimaginável!
O álbum Lado-a-Lado não é só feito de músicas escritas pela Mafalda Veiga e pelo João Pedro Pais. Sim, é verdade… para quem não sabe as músicas destes dois melhores artistas portugueses são escritas pelos próprios, o que eleva ainda mais a qualidade e a verdade nos sentimentos das músicas.
Como estava a dizer, o álbum também trás músicas de outros autores portugueses (José Mário Branco e Fausto), e do compositor brasileiro Lenine. E é daqui que vem uma das músicas que vieram dar mais alma a este projecto, chama-se “Paciência” e é uma das músicas que coloca o trabalho destes dois artistas nos tops das músicas mais tocadas nas rádios nacionais.
E aqui está uma, de muitas, das grandes surpresas da noite. A interpretação da música da campanha da Swatch – Mundo Perfeito. Letra e música da autoria do João Pedro Pais e da Mafalda Veiga.
A verdade é que isto foi uma espécie de prenda para todos os fãs, já que nos fóruns de troca de emoções destes dois artistas, falava-se que seria bonito eles cantarem a música do Mundo Perfeito. E assim foi…
Muitas outras canções foram tocadas e cantadas, a maior parte delas em coro com os fãs destes dois artistas… Foram arrepiantes esses momentos. Foi então que a equipa do Lado-a-Lado se despediu do público… todos de pé, todos a aplaudir, muitas caras com uma lágrima ao canto do olho… verdadeiras emoções à flor da pele!
Mas a noite não podia ter chegado ao fim… Isto porque uma parte importante deste espectáculo (como todos eles, tanto da Mafalda como do João Pedro) foi o público! E claro que eles teriam que voltar… para cantar mais cerca de meia hora.
Deixo-vos então aqui o último vídeo que consegui gravar através do telemóvel, visto que a memória teria chegado ao fim… que foi a reentrada ao palco principal!
Mas todos os momentos, desde a entrada na sala de espectáculo até ao último abraço ao João Pedro já nas traseiras do Coliseu, então e estarão para sempre gravados na memória.
Para finalizar deixo-vos com algumas fotografias tiradas através do meu telemóvel. Algumas como se percebe facilmente foram tiradas dentro do Coliseu, outras nas traseiras do Coliseu onde estivemos juntos da Mafalda Veiga e do João Pedro Pais. A Mafalda sempre um pouco mais difícil de contactar com ela (até hoje ainda não percebi muito bem o porquê), e o João Pedro um gentleman na hora de lidar com os fãs.
De facto não seria de esperar outra coisa, principalmente depois de ter estado à espera dele uma hora e meia depois do concerto acabar. Mas valeu a pena, pois além da recordação que fiquei, foi possível falar com ele cerca de 10 minutos… sobre tudo e mais alguma coisa, embora que existiram coisas que ficaram por dizer. Mas entre eles, falar sobre o novo projecto que é a iniciação da criação de um Clube de Fãs que já está a ser em desenvolvimento e andamento.
As outras fotos que parecem estarmos a dormir, é num bar que existe em frente ao Coliseu, pois teríamos que passar o tempo, visto que só tínhamos o comboio de volta a casa às 6:15.
De referir que os outros dois rapazes são grandes amigos meus, inclusive um deles é um dos elementos do blog (Cavaleiro de Estugarda), o de casaca branca. E se hoje estou aqui a publicar isto é graças a eles!
Obrigado Paulo, Obrigado Fábio, Obrigado João Pedro Pais, Obrigado Mafalda Veiga.
A aos músicos que o acompanham: Filipe Raposo (piano, wurlitzer e acordeão); Rui Almeida (piano e hammond); Vicky (bateria); Mário Peniche (baixo); Massimo Cavalli (contrabaixo).
terça-feira, agosto 28, 2007
Há pessoas mesmo sem miolos na cabeça!
Ontem depois de ir à secção de cinema ver o “Ratatui” (que recomendo) com um grupo de colegas… Telefonei ao meu irmão (já estava em casa) para me ir buscar à cidade. Ao entrar na minha rua, deparamo-nos com uma situação estranha e invulgar. Aquilo que dentro do carro parecia nevoeiro intenso, era fumo! Fumo??? A esta hora (0:10)??? Porque razão? (na altura do meu irmão ter saído de casa, nada disto havia… ou seja, foi tudo num espaço de 10 minutos)
Depois de sairmos carro, fomos verificar o que se passava… foi então que deparamo-nos com a tal situação. Apesar que, aquilo que mais tarde iríamos verificar que era uma fogueira (está tudo doido!), estar situada num terreno privado, estavam habitações por perto, incluindo a de uns tios (já que vivemos todos juntos) e a minha. De princípio suspeitamos de fogo posto, o que mais tarde não se confirmou.
Depois de ligar para o 117, transferiram a chamada para a polícia da zona residente… o que passados uns bons minutos haveriam por aparecer, poucos minutos mais tarde chegou o carro dos bombeiros. Para não haver confusões, é preciso referir que segundo soubemos (não pelos bombeiros), o carro já teria percorrido quase metade da freguesia (embora tenhamos dado a localização exacta) já que o fumo que saíra da dita fogueira teria já atingido umas boas centenas de metros (daí provavelmente a confusão dos bombeiros).
Antes de avançar dizer que a polícia ignorou-nos completamente (a mim, meu irmão, à minha prima e seu marido que chegaram pouco depois de nós), pois passou por nós que estávamos na rua em frente à minha casa e qualquer pessoa percebia que teríamos sido nós que telefonamos… mas nada! Continuou a descer a rua…
Adiante… entretanto chegaram os bombeiros, apagaram a dita fogueira… no meio disto tudo, o dono do terreno apareceu, e confessou (segundo obtive por fontes) que sim, foi ele que tinha feito a fogueira… aquela hora da noite!
Segundo também fontes que obtive (já que nós não nos aproximamos do local), a polícia e os bombeiros terão feito o preenchimento do acto (como é norma numa situação destas) e o dono do terreno, seria hoje presente ao posto de GNR para prestar declarações, e certamente pagar a coima devida em relação ao acto estupidez efectuado (situação que até à data ainda não tive confirmação).
Enfim… uma situação que acabamos por nos rir no fim de tudo, mas que se as suspeitas iniciais se confirmassem, a coisa seria muito grave!
sábado, fevereiro 17, 2007
Pedido, em festa de aniversário, rejeitado
Se por um lado poderá ser compreensível a fila de espera e a consequente demora, devido às centenas de pessoas presentes no recinto (segundo informações vindo na imprensa). Por outro, e em relação ao espaço que existe junto da zona de pagamento é, no mínimo, vergonhosa! Isto porque em dias de festa, e como o corredor é tão estreito que apenas passam 2 pessoas (isto é se forem magras), está-se parado e apertado durante muito tempo, onde apenas pode-se mexer com os olhos.
Bem, mas antes do dito pagamento à que ir buscar casacos. Problema: antes de nos dar o nosso casaquinho, “oferecem-nos” uns tantos casacos (por vezes 1, outras são dados à disposição 2 casacos – isto para quem tem um casaquinho fraquinho não há melhor para aproveitar a oportunidade). Por tanta mal organização, é normal que se peça o livro de reclamações, mas é negado o acesso a ele. Primeiro é a empregada que toma (mal) conta dos casacos que diz que não é nada com ela, depois dirige-se ao segurança, mas é igualmente negado o acesso ao livro (que todos os estabelecimentos deveriam deixar ter acesso aos clientes). Afinal que estabelecimentos são estes? Será que o “Livro de Reclamação” não é apenas uma manobra de diversão dos “patrões”?
PS: A pessoa pela qual aconteceu tal vergonhosa situação pediu para não divulgar – tanto a sua como a do estabelecimento – a identidade. Está, contudo a pensar seriamente em mandar uma carta para a DECO a expor a situação.
Porque a fama não vem apenas com casas cheias, há que evitar estes pequenos grandes pormenores para que seja uma grande casa.