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quinta-feira, abril 24, 2008

Saudade

Acordo stressado,
Falta algo em mim...
Já não consigo viver assim!

Foi um acordar amedrontado...

És fonte do meu respirar,
És tudo para mim!
Dava tudo para que não tivesse que ser assim...

Entre medos e certezas,
Algo fica por esclarecer...
Como apareceste, mas também… será que vais desaparecer?

A saudade está a dar cabo de mim,
Longe da tua presença, meu coração chora…
Ao pé de ti, é teu.

Deixo te ter medo,
É um colete anti-balas que ali tenho ao meu lado...
Bem junto de mim!
Porque é que és assim?

Especial, bela... Perfeita!

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Texto de um ex-colaborador: Cavaleiro de Estugarda by Trinca

Viver de noite

É ver o auge da calma,

É ver o que nos corre na alma

É ver de outra maneira o mundo,

É ver a cidade em sossego profundo,

É ver todas as possíveis fantasias,

É ver as estradas vazias,

É ver os bares a fechar,

É ver o pão quente a chegar,

É ver cada objecto com maior profundidade,

É ver o vento levar um dia que deixa saudade,

É ver os sono a invadir a rua,

É ver onde a lua mais atenua,

É ver os mochos a cantarolar,

É ver os estudantes universitários a cantar,

É ver luzes perdidas,

É ver as maiores despedidas,

De noite só consegue viver quem gostar do sossego,

Senão ou se é mocho ou se é morcego...

Mas não sei o que sou...

sábado, novembro 17, 2007

O sofá



Foi naquela sala, tu sabes…
onde muitas horas contigo passei

… mas não quiseste sentar a meu lado
naquelas loucas madrugadas.

Ainda hoje guardo os registos,
das chamadas efectuadas
os carinhos trocados
o sorriso dos lábios, perfeitos.

Os pontos ganhos…

… recuperando os perdidos
erros inegáveis…

… atitudes inesquecíveis.

Tua hora está perto…
escolheste a paixão da estabilidade
em detrimento do amor instável
… hoje morri.

quarta-feira, outubro 10, 2007

A viagem

Foi no início daquela viagem,
Em que olhares trocamos…
Ai… teus olhos castanhos!
Mas só lado dos meus ficaram…

Sentaste no banco da frente,
P’ra trás te queria levar…
Longe dos olhares ficar!
Mas esse prazer não me quiseste dar…

Meia hora de caminho,
Na memória irão ficar…
Com aquela música a tocar!
E tua companhia partilhar…

Contigo lado a lado,
Voar… é normal…
Perdi o autocarro!
De boleia tive que voltar…

E assim nasceu,
Uma bonita paixão…
Até quando… não sei!
Mas a esperança é a última a morrer…

sábado, setembro 29, 2007

Desilusão

Foi na volta
Daquele mundo
O teu mundo
Que te encontrei

Foi nas palavras desconhecidas
No nick encoberto
Do fórum predilecto
Que te desde a conhecer

Entre Mentiras e Cumplicidades
Trocamos as primeiras Tatuagens
E com o power do Tudo Bem
Fomos contrariando o Velho

Depois da Noite
Queria dar-te Um Pouco De Céu
Mas por Mais Que Uma Vez
Não consegui superar as Fragilidades

Andava Louco Por Ti
Só Lado-a-Lado queria contigo estar
N’Uma Noite Para Comemorar
Mas Por Outras Palavras

segunda-feira, setembro 24, 2007

Chegou...

O mar já não bate nas rochas,
A areia já não é pisada,
O mundo passa a andar de galochas,
Já não há sol, não há nada,

Os pássaros vão se embora,
As flores começam a murchar,
O calor de outrora,
Que só para o ano irá voltar.

As folhas começam a cair,
Os ramos a secar,
Os guarda chuvas a abrir,
A chuva a molhar.

As nuvens invadem a cidade,
os pára-brisas começam a trabalhar,
Será com infecidade,
Que o Outono irá chegar.

Acabaram-se as toalhas estendidas na praia,
O vólei até anoitecer,
As raparigas de mini-saia,
E as discos a bater.

É com alguma insatisfação,
Que ao escrever isto me chega o sono,
Começa uma nova estação,
Que lhe deram o nome de Outono.

E depois disto escrever,
Por favor não me levem a mal,
Se a esperança é a ultima a morrer,
Quem vai ao seu funeral?

sábado, setembro 15, 2007

Saudade…

Triste estou,
Porquê não sei…
Chegou o momento
Pelo qual toda a vida esperei!

Ele chegou…
E tudo mudou,
A alegria pela qual esperava
Transformou-se numa sina malvada!

Sina que para longe me levará…
Sina pela qual minha alma sofrerá…
Sina contra à qual lutarei…
Sina que um dia vencerei…

Sempre de cabeça levantada
E com grande força de vontade…
Irei me livrar do triste fado português
E desta sina, chamada saudade…

sábado, setembro 08, 2007

Para uma “anónima” muito especial…

Sim meu amor…
Este poema é para ti,
De ti minha linda flor
Eu não me esqueci…

Não me esqueci
E para ti estou a escrever …
Para ti meu rubi…
Que me ajuda quando estou a sofrer…

Estás sempre do meu lado
Como uma rainha tratando do seu reinado
E se a minha boca sorri
De certeza, que é por ti.

É por ti e pelo nosso amor
Paixão por favor
Juntos até ao fim…
Ou como costumas dizer com fervor:

“Juntos 4ever”

sexta-feira, setembro 07, 2007

Haverá um verdadeiro amor?

Amor verdadeiro
Será o primeiro?
Será qualquer um?
Ou não será nenhum?

Amor verdadeiro onde estás?
Procuro e não te encontro…
Estarás perto? Ou longe? …
Onde tu viverás?

Será que vives nesta minha amada?
Serás tu, ó verdadeiro amor…
Não, não o és…
Pois deixas minha alma amargurada
E meu coração cheio de dor…

sexta-feira, agosto 31, 2007

História de um Canto

Vou vos falar de um Canto,
Um Canto alegre e diferente,
Actual e informativo
De quem estarei a falar?
Óbvio,do Canto do desconhecido.

Há algum tempo atrás nasceu,
Sozinho o marcio
Contra tudo lutou,
e este blog venceu...

Numa altura mais dificil,
Em que este Canto esteve para acabar...
Dois amigos vieram ajudar...
E agora ninguém mais nos vai parar...

Neste lindo Canto haverá sempre algo para "cantar" ...

quinta-feira, agosto 30, 2007

Morrer

Esperança é a última a morrer,
Até à hora que dizes-te…
Vou casar!
Nem uma nova oportunidade me quiseste dar…

Foram seis anos,
Em que a esperança…
Crescendo foi!
Mas com um tiro me mataste…

Quero morrer!
Não por ao fim chegar…
Mas por querer voltar a nascer!
Porque te esquecer preciso…

Foram erros cometidos,
Nem parecia eu…
Perceber não consigo!
Porque é que isto me aconteceu?

Gostaste de mim,
Talvez ainda gostes…
Podia ser o homem certo,
Mas estabilidade procuras!

Um ponto final,
Aqui coloco…
Nos poemas!
Mas um dia hei-de voltar…

domingo, agosto 26, 2007

Sou um diferente Ser

Olho em volta,
Só vejo nuvens…
Negras!
Mas o tempo há-de mudar…

Teu sorriso branco,
Brilha mais perante tua pele…
Morena!
Mas pureza continuas a ter…

Desejo tua pele percorrer,
Tocar…
Em mim!
Mas STOP colocas…

Que dizem,
Já sabes…
Não me interessa!
Mas louco me chamas…

Sociedade não percebe,
Talvez não queira perceber…
Sociedade és tu!
Mas a esperança é a última a morrer…

quinta-feira, agosto 23, 2007

A ferida

Foi no fim daquela tarde,
Em que contigo me cruzei…
Ai… a troca de olhares!
Mas enganaste-o…

Continuei o meu caminho,
Ficaste no pensamento…
Criaste aquela ferida!
Mas com a do acidente confundi…

Qual terá sido o acontecimento,
Em que me marcaste…
Ah… o sorriso vermelho!
Mas preciso esquece-lo…

Teu pensamento,
Em Espanha fica…
Ao fim-de-semana volta!
Mas a sofrer continuas…

Pergunto-te até quando,
E o porquê…
A decisão é tua!
Mas isso não consegues perceber…

Lês-me,
Fazes de conta…
Que para ti não é!
Mas a esperança é a última a morrer…

terça-feira, agosto 21, 2007

Paixão

Eu deveria estar alegre,
Infelizmente não estou,
Tenho muitas saudades…
Daquela que me deixou.

Ela deixou-me,
Eu deixei de a ver,
O nosso amor foi-se acabando
Sem nenhum dos dois perceber…

Sem nenhum dos dois perceber,
Até qual a razão
Do nosso amor falecer,
De Terminar a paixão.

Mas tu ainda és a minha paixão,
E o teu nome,
Ainda está escrito no meu coração,
Lá ficará sempre eterna recordação!

O Justo

quinta-feira, agosto 16, 2007

Verdade, talvez mentira!

Tudo em ti era verdade,
Até ao dia em que o conheceste…
Não eras assim!
Mas em ti, continuo a acreditar…

O amor que sinto,
É maior que a paixão…
Por ele!
Mas não consegues ver…

Sou eu,
Que te canto…
Baixinho!
Mas continuo a sonhar alto…

Não quero andar,
Por ti, a rastejar…
Ai… a ave rara!
Mas diz-me que ainda me amas…

A minha verdade,
Não quer ser…
Tua mentira!
Mas a esperança é a última a morrer…

terça-feira, agosto 14, 2007

Destino

Entro pela porta do hospital,
Paro. Hoje é terça…
Ah… o feriado!
Mas nada muda…

Sento-me num naqueles cadeirões,
Fico a pensar naquela segunda…
Aquela madrugada!
Mas uma semana já passou…

Não bastava tudo isto,
Tinhas que vir…
Fogo. Maldito pensamento!
Mas o tempo cura tudo…

Preferia não saber,
Que voltaste para quem te fez sofrer…
Que é melhor do que eu!
Mas tu mudaste…

Depois de tudo,
Pergunto o porquê…
Ai… o destino!
Mas a esperança é a última a morrer…

segunda-feira, agosto 06, 2007

Saudade



Saudade, palavra triste e exótica
Sinto-a com emoção e beleza
Recorda minha vida caótica
De um tempo tido, em dureza.

Saudade, fica gravada na vida
Quando a despedida chega
De alguém que foi de partida,
Que meu coração aconchega

Saudade, foi o que restou
Depois dessa partida precoce
A minha tristeza..ai começou,
E o meu peito dela, tomou posse.

Saudade, irá acabar
E a minha nostalgia também
Porque quem partiu vai chegar,
E o meu coração fica bem.

domingo, agosto 05, 2007

Quando eu morrer

Este texto tem a autoria de borbolletta, mas como ao passar por lá, gostei tanto e parece que ela leu os meus olhos antes de escrever... não podia deixar de publicar aqui o texto... com os devidos direitos de autor...

Quando eu morrer,
quero que o meu nome seja esquecido
e desprovido de memórias.
Quero que chova
e a água varra as minhas cinzas,
o vento as afaste,
e o sol as disfarce.

Quando eu morrer,
quero que a minha presença
no mundo,
seja apagada
e a minha imagem desprovida
de relatos.

Quando eu morrer,
quero que se esqueçam
que um dia existi.
Como brisa que passa,
que toca ao de leve,
quero ir embora,
sem deixar nada de mim.

Escrito por borbolletta

sexta-feira, agosto 03, 2007

Desilusão com amor...

Sentado numa cadeira do hospital,
Fico à espera que me chamem…
Ouço tua voz em todos os lugares!
Mas não te vejo…

Faço o exame,
Saio pela porta principal…
Vou caminhando!
Mas sempre sem sinal…

Passando pelo verde daquele jardim,
Olha em volta…
E ouço-te novamente!
Mas só apareces na escuridão…

Foram quinze anos,
Sem te ver chorar…
Toquei na última lágrima!
Mas continuaste a chorar…

Dei-te um abraço,
Acabei contigo ao colo…
Esboçaste um sorriso!
Mas não paraste de chorar…

Pedi-te para seres feliz,
Dizes-te que tudo era ilusão…
Ai a desilusão!
Mas a esperança é a última a morrer…

Poemas de um Cavaleiro II






Tempestades, Monstros do mar,
Enfrentei sem medo,
Mas sem rumo a tomar.
Perdido no momento,
Perdido no Oceano,
Brisa leve que carrego,
Milhares de gotas percorri,
Com o olhar no Horizonte,
Pirata sem vida, pirata cego,
Pirata morto, tudo venci.
Bússola para norte,
Rumo ao desconhecido,
Sem medo da morte,
Estava perdido.
Não era marinheiro nem nunca naveguei,
Solitário na minha jangada,
Nadei, afoguei, chorei,
Porque não encontrava nada,
Jóias perdidas, dinheiro esquecido,
De que me valia isso no fundo,
Se mais nada importaria neste mundo,
Só tu.
Marinheiros a boiar,
Embarcações abandonadas,
Ventos mortíferos,
Bandeiras pretas levantadas.
A minha jangada se afundou,
E sem qualquer força,
O meu coração contra o mar lutou,
Mas não conseguia mais,
Então fui ao fundo de tudo,
Esqueci-me de mim,
Já não podia respirar,
Esta história não podia acabar assim,
Mas já não havia nada para lutar,
Até que me reluziu,
Uma pérola dentro dum tesouro,
Naquilo que ninguém viu,
Nem pirata, nem bárbaro, nem mouro.
Abriu-se o cofre mágico, Vi duas pérolas brilhantes,
Eram os teus olhos mais lindos que diamantes.
Saíste do cofre naufragado,
Deste força para me salvar,
Viemos á superfície e eu nem te conseguia olhar.
Não sei porquê, será que eras tão cintilante assim?
Porquê é que me salvaste se já não te lembravas de mim?
Mas olhei-te melhor e aí entendi,
Que não precisava de ser marinheiro,
Para encontrar um tesouro assim...