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sexta-feira, agosto 13, 2010

Frentes activas

Seja lá o que isto for (cá para mim, é de certeza o contrário de frentes desactivas ou traseiras activas…), e apesar de proibir, liminarmente, pelo menos enquanto eu estiver em casa a ver a mesma TV que os meus pais, de colocarem, na hora dos jornais, na TVI… é nestas alturas que não me importava nada que a mesma estação televisiva avançasse com aqueles casos tipicamente, embora que agora não, do jornal “24 Horas” ou, ainda actualmente, d’ “O Crime” ou o “Tal e Qual”.

A sério, estou cheio e farto de ver sempre, sempre, sempre, sempre, sempre… a ouvir falar de “frentes activas” para cá, “frentes activas” para lá. Opa… é demais. Não estou contra que falem dos fogos que é um assunto actualmente gravíssimo em Portugal… e que foi “graças” às mesmas notícias que soube que não será este ano que irei acampar para o Gerês (infelizmente) … Mas opa, entrevistarem mil e um gajos a darem palpites sobre tudo, e fazerem de uma espécie de “treinadores de bancada”, irrita-me profundamente.

Já agora, alguém me explica de onde veio esta porcaria de expressão, frentes activas?!

Como dizia alguém… quero ir para a ilha!!!!!!! Ou que venham os escândalos da TVI… estais perdoados!

sábado, janeiro 30, 2010

Amizades…

Por vezes, devido a diversas situações, existem relações ou afins, que terminam. Todavia existe sempre algo que pode mudar. Daí surgem as segundas tentativas, uma nova oportunidade.

Quando, contudo, os fins desses afins são claros e desejados, tornando-os até públicos ao mundo, de forma restrita ou não, torna a hipótese de voltar ao que um dia foi cabalmente impossível.

O facto de alguém se sentir “aliviada” pelo fim de uma relação (ora amigável, amorosa ou outra), onde se “perdeu tempo”, parece-me ser um sinal claro para que seja dado o fim de qualquer tipo de cruzamento de informação emocional. O lado profissional, contudo, pode sobreviver bem quando o único contacto é somente por, muito ocasionalmente, reunião via e-mail.

Apesar dos dois meses que já passaram desse anúncio para toda a gente ver, ou quiçá somente com intenção de o texto chegar aos ouvidos de alguém, não consigo compreender o motivo de continuar a insistir no aproximamento repentino e estranho com, inclusive, sms que contêm expressões como “da tua amiga…”.

Existem posturas que das duas uma. Sou estulto e não percebo ou há pessoas que têm memória de peixe-dourado.

sábado, novembro 14, 2009

Quando o mundo pára...

Quando a distância teima em se meter no meio de alguma coisa, seja lá ela qual for, o nosso mundo parece querer parar. A vontade de lutar, de sorrir, de nos alegrar não é a mesma, por mais que nos digam o contrário e nos peçam para o fazer.

Os sonhos que temos, ora de momentos, ora de fantasias, ora de ilusões, por vezes surgem-nos ao virar da esquina. Outras vezes a procura infinita não chega para ser concretizável.

Estas últimas semanas têm sido isto mesmo. Um reverso de sentimentos...

De repente vejo-me a olhar para a data, para o dia de hoje. De repente vem-me à memória o passado, ainda que recente mas já longínquo, porque o tempo passa e não volta atrás.
Quando a conheci, pela primeira vez, foi um misto de contradições que me vieram à cabeça. As experiências, que não resultaram em experiências - e por isso mesmo - anteriores deixavam-me inseguro. Mas ao mesmo aventureiro, sem nada a perder.
Mas talvez por existirem pessoas raras, não como eu, deixaste-me que te mostra-se o meu coração. Algo por ti já sentia, não consigo explicar... O facto de seres uma princesa talvez ajude à minha não explicação. O teu, só depois é que senti, coração enorme é que ainda faz com que o meu continue a bater, da forma como bate.
O desejo de estar contigo tornou-se rapidamente num vício. Não tinha a noção do que estaria a fazer, do que aquilo tudo me provocaria. O desejo por ti aumentava de cada vez que te abraçava e beijava.
De repente vejo-me a olhar para a data, para o dia de hoje. De repente dou por mim, a caminhar a passos curtos para os 2 anos de relação a dois.

Hoje, apesar de o oceano estar entre nós a separar nossos encontros, não será capaz de separar nossas vidas. Apesar de o mundo não parar, às vezes, quando não estamos bem, o mundo pára.

Ora para o bem ora para o mal.

O mundo também pára, quando estamos num estado de euforia enorme. Pelo menos é o que pedimos, para que o mundo pare e olhe para nós, para que veja a alegria em nossos rostos.
Foi o que parecia acontecer no Coliseu do Porto, a 6 de Novembro. Eu sei que há quem não goste, quem critique. Eu gostei da sua voz desde que o ouvi pela primeira vez. Daí a tornar-me fã foi um pequeno passo. Hoje faço parte de um grupo de 4 elementos que tentam divulgar o trabalho do João Pedro Pais a todo o lado, através das nossas tecnologias.
O concerto dele foi, digamos... ainda não foram inventadas palavras para descrever. Talvez a reportagem que foi feita no blogue do Clube de Fãs ajude a perceber um pouco do que foi.
Cada concerto dele é fantástico, alguns melhores que outros, é certo. Mas este no Porto foi (como seria de esperar) mesmo acima dos outros.
A sua capacidade de escrever e letras e músicas é fantástica. Músicas que tocam nas pessoas. A sua voz é fora do comum, onde atinge a mesma qualidade tanto nos tons mais calmos, como nos de puro rock.
Mas além de tudo o que faz um bom cantor e compositor, João Pedro Pais tem algo que já é raro encontrar, ainda mais numa pessoa com a reputação dele. A simplicidade de um ser humano, a humildade de ser mortal e de alguém que erra e comete erros... faz dele um ser único no panorama musical.
Há poucas pessoas que ficam admiradas com a admiração que tenho por ele. Mas lanço-vos um desafio. Experimentem tentar o conhecer. Experimentem conhece-lo depois de um espectáculo no Coliseu (com todas as exigências todas aderentes), e ter com ele aos backstage e verem o seu comportamento.

É através destes dois momentos que vale a pena viver... porque a vida é curta e maravilhosa, e se nós não aproveitarmos todos os momentos que nos é dada a possibilidade de a aproveitar então é melhor dizer não à vida.

quarta-feira, agosto 05, 2009

Momentos únicos

Hoje vou falar-vos de uma paixão diferente, que tem trazido à minha vida momentos únicos. A raridade desses momentos é recompensada a cada existência.

Ouvi-te à janela – ora com a chuva a cair, ora a ver as estrelas no céu. Isto anos antes de ter realizado o sonho de estar ao pé de ti, de sentir um abraço teu (ou de te ter abraçado… talvez foi mais isso). Nesse tempo, onde construímos sonhos todos os dias, o estar segundos contigo era algo que ia construindo na cabeça. O que te diria nessa hora, escolher as principais perguntas a fazer de uma imensa lista, como serias fora do teu palco de feras. Olhava para o infinito e pensava quando te iria novamente abraçar. Os dias foram passando, quilómetros percorreste, fotos tiraste com fãs e admiradores.

Era o pedir para mordiscarem-me para ver se não passava de um sonho, mas também era o não me toquem, deixem-me viver este sonho! Foi como sentir que afinal era verdade, eras mesmo tu!

Desde então, a 29 de Setembro de 2007 no Coliseu do Porto, onde realizei um dos sonhos de criança, talvez tivesse mais que uma vez oportunidade de te reencontrar, mas por um ou outro motivo nunca se proporcionou… até ao passado dia 10 de Julho. Os momentos passados nessa data ficarão na memória.

Os motivos desse concerto de ser inesquecível são vários. Além de ter conhecido (finalmente) o Ricardo, colega no Clube de Fãs (clube que faz hoje 2 anos desde a sua criação), teve outras.

Foi ainda antes do concerto que andava por detrás do palco, possuía a notícia que ainda não tinhas chegado do jantar. A esperança de estar contigo – nem que fosse para dizer um simples Olá – era remota, mas existia. E aconteceu… Aconteceu da forma mais inesperada. Vejo-te ainda ao longe, a Princesa Bela (P.B.) diz: é ele! Chamei por ti, meio gritando. Corri para ti… Paraste. Não resisti, realizei o sonho, abracei-te, tive-te ao pé de mim, 2 anos depois… Não esperava tal recepção: “Tu és o Márcio! Tiveste comigo no Porto!”. Não imaginas o quanto essas palavras me tocaram. Foi algo que as palavras jamais poderão descrever. São momentos únicos! São momentos únicos que quero voltar a sentir, o desejo assim o pede, sei que haverá no amanhã.

Esta paixão, são poucos que a conseguem perceber, ou talvez consigam. Quem tem ídolos, saberá do que estou a falar. O ir atrás de ti, a cada um dos concertos, hoje é das poucas coisas que quero num futuro próximo realizar. É das poucas coisas que acredito, nos dias que correm, valem mesmo a pena. Não há influências, nem injustiças. O gozo naqueles minutos é total e, no final, virei embora com a certeza que a tua entrega foi total.

És um exemplo a seguir na minha vida! Tudo o que me dás, te agradeço, meu caro! Os teus ensinamentos, as mensagens das tuas letras, fazem-me mais forte, uma pessoa melhor.

A Ti, João Pedro Pais!

quinta-feira, julho 02, 2009

A Fé e a Ciência

Já algum tempo que algumas palavras me divagam pela cabeça, sozinhas ou acompanhadas por outras. Talvez nenhuma delas, no entanto, serão aqui escritas, não por serem palavras proibidas mas por o vento as levar.

A palavra 'obrigado' tem sido muitas vezes dita de tal modo que tenho receio de sentirem que é exclamada na banalidade das milhares de vezes que a ouvem.

O vosso esforço e dedicação a uma batalha diária que tantas vezes é confundida entre a crença na fé e na ciência, também por vós próprios, deve ser lembrada e relembrada. Podia vos perguntar, mas acredito que pouco me sentiria esclarecido por tal diversas respostas que seriam dadas.

Admiro-vos!

Estas poucas palavras não serão ao fim ao cabo de um pequeno resumo com uma única palavra. Mas a incerteza de um futuro que, quer acreditemos ou não, quer queiramos ou não, faz parte dos nossos dias – ontem, hoje, amanhã – pede-me que isto seja aqui expresso hoje porque o meu agradecimento por vós vai muito além de um 'Obrigado'.

Vós que sois os verdadeiros com a capacidade de fazer omoletes sem ovos.

Vós que dedicais parte das horas da vossa vida a ajudar a dar vida aos outros.

Admiro-vos, e continuarei a admirar-vos!

Sei, tenho conhecimento, de quem vos critique. Oiço e pergunto se valerá a pena intervir. A maior parte das vezes, a determinadas pessoas, prefiro que continuem na ignorância.

Já percorri imensos. Já conheci imensos, continuo a conhecer, talvez não pararei de me cruzar com novos. Será sorte de vos trazer, a cada despedida, no coração, sem excepção? Poderei, no dia de amanhã, encontrar algum de vos e não trazer num cantinho, mas acredito mais em fantasmas do que nisso.

A vós, enfermeiros.

Em especial, piso 8 (CHAA). Com saudade, Hospital Dia (CHAA). O carinho que tenho por vós é enorme…

quinta-feira, outubro 16, 2008

Vai mas é para Inglaterra, aumentar o currículo na sombra do Ferguson

Já dei conta aqui que não acho que o Queiroz tenha o curriculum para treinar uma selecção como Portugal. No entanto, é sempre bom ver um português a treinar uma selecção portuguesa.
Não me vou alongar demasiado, porque isto é uma verdadeira vergonha… isto tem sido mau demais para ser verdade, de tal forma que irei acabar este texto deixando uma sugestão que li.

Mas antes, gostava de vos dar conta das desculpas que foram dadas para o Madaíl ter saído antes do final do jogo e do Carlos Q. ter faltado ao flash interview.
Não é que o Madaíl teve que ir à casa de banho? O Canto do Desconhecido confirma a explicação dada e adianta ainda, em primeira mão, que teve uma grande caganeira depois de ver durante tanto tempo a merda espalhada dentro das 4 linhas do jogo.
Já a explicação para o Carlos Q. foi que se perdeu nos corredores do estádio. Realmente, àquela hora não devia andar nenhum responsável do estádio nos corredores. Coloca-se duas hipóteses, ou os senhores foram embora ou então também tiveram a mesma caganeira do Madaíl e foram todos à casa de banho. Ah! É verdade… também não havia nenhum jogador da selecção que conhecesse os túneis do estádio do Braga? Afinal o SC Braga deve jogar na 2ª ou 3ª divisão…

Agora, a sugestão para estarmos de certeza nos Mundiais e Europeus:
“…deixo-lhe a sugestão, gratuita, de trazer para portugal não só o 'mundial' de 2018, mas também o de '2014' e, se ainda for a tempo, o de '2010'!...e já agora os 'europeus' de permeio!...talvez a única maneira de a selecção nacional participar nesses eventos e de ele poder continuar a enganar os 'labregos', mantendo-se a boiar á tona do futebol português, com a ajuda da meia-dúzia dos 'socorristas' do costume.”, António Boronha

quarta-feira, outubro 01, 2008

Tony Carreira: o falso!


Depois de uns dias sem publicar nada, estou de volta. A interrupção deveu-se a alguns assuntos internos, nomeadamente relacionados com contactos que tiveram que ser feitos com anteriores colaboradores deste espaço. Não, não se tratou de uma tentativa de entrada de novos elementos, apenas houve a necessidade de fazer alguns esclarecimentos.
Começo hoje por trazer um vídeo. É um sketck do programa “Os Contemporâneos”. Para quem não percebeu ainda do que se trata, é uma crítica a Tony Carreira, que nos últimos tempos tem sido severamente criticado por eventuais plágios, em vários blogs.
Na altura, não me quis juntar à festa e nalguns espaços até critiquei a forma como o quiseram queimar. No entanto, depois de uma análise de tudo o que foi dito e comentado sobre este assunto, junto-me agora às vozes que estão juntas para denunciar este assunto, e desmascarar este cobarde do Tony Carreira.
Cobarde porque apesar de tudo o que já foi dito, e denunciado, continua a fugir deste tema. Cobarde porque não teve coragem de dar uma explicação que seja aos seus fãs e às pessoas que – como eu – ouviram durante longos meses os cds e músicas dele. Cobarde porque não teve a coragem de admitir um erro que podia evitar que muitas das pessoas – como eu – deixassem de ouvir e gostar de o ouvir, porque hoje ao fazê-lo mete-me nojo saber que afinal um ídolo não passa de um perfeito anormal. Sim Tony Carreira, és um perfeito anormal nojento!

Apenas porque tudo isto não é apenas de boca para fora:

Link 1: Tony Carreira é um Plágio
Link 2: "Questão dos Direitos: COMUNICADO IMPORTANTE"
Link 3: O Verdadeiro Tony

domingo, julho 27, 2008

De-Corações Humanas


Chega assim ao fim o blog que eu, sem desvalorizar outros, mais prezava.
O De-Corações Humanas era um blog de excelência, de uma escrita inteligentíssima, acima de qualquer média. A sua autora, utilizando o pseudónimo L.C., decidiu, por motivos pessoais, privatizar as De-Corações não publicando mais nenhum dos seus textos, utilizando a sua privatização somente para uso pessoal.
Fiquei muito triste ao saber que a decisão seria irreversível. Tentei fazer de tudo para tentar a demover de uma decisão que acreditava poder ser colocada em causa, movendo muito dos bloguistas a incentivar à sua continuação. Por motivos que agora não interessam, a autora não merecia que lhe – não apontando uma arma à cabeça, mas como ela dizia, usando o seu blog como uma arma contra ela – obrigassem, indirectamente, a fechar o blog.
Tal como até hoje vos dei a conhecer muitas das minhas alegrias e tristezas, aqui também vos venho partilhar esta tristeza. É injusto, não só para a L.C., mas também para todos – como eu – que gostavam de passar pelo De-Corações Humanas para ler – ou rever – as palavras escritas.
Obrigado L.C. pelas partilhas.

terça-feira, julho 15, 2008

Um minuto de silêncio

É preciso, é necessário! Um minuto de silêncio pela justiça, pela verdade e sinceridade desportiva, que hoje morreu.
Apesar de adepto confesso do Benfica, não sou sócio de nenhum clube de futebol, nem de nenhum partido político. Cartão de sócio só mesmo da Selecção (gratuito) e do Centro Cultural Recreativo Raúl Brandão de Infias (pai paga).
Não sou doente, nem tão pouco uso duas palas na minha cara. Consigo me afastar o suficiente para ver os acontecimentos de cima sem ser tapado por nada nem ninguém. Sou adepto do desporto em geral e do futebol em particular.
Consigo ver que o maior erro de Luís Filipe Vieira foi mexer e falar num dossier que tinha na capa “Poder Ler, Proibido Falar”, e caso tivesse ficado calado, por exemplo, hoje os tais 300 mil sócios poderiam ser mesmo realidade (os sócios vivem de títulos: quantos mais títulos, mais sócios). Consigo perceber que quem manda no futebol português é o senhor Oliveira, mais conhecido por Oliveirinha, mais conhecido como o patrão da Oliverdesportos (com o qual o Benfica está em pé de guerra, muito bem explicado pela crónica do RAP,
aqui). Da mesma forma que quem não está com ele, está contra ele. Hoje também consigo perceber o porque de Dias da Cunha ter trocado a palavra “Oliverdesportos” por “O Sistema”.
Da mesma forma que consigo perceber outras coisas mais… entre elas, que é óbvio (e lá está o bem de não querer usar as palas) que está há já alguns dias uma campanha em marcha dos jornais avençados do Grupo Controlinveste contra o Benfica e a proteger e promover de forma totalmente descarada o FC Porto.
Mas como o “Canto do Desconhecido” hoje é um blog que tem a minha identificação, vou ficar por aqui antes que receba uma carta do tribunal em casa. Confesso-vos, era esta a
bomba que eu vos queria anunciar aqui. O FC Porto fora da Liga dos Campeões. Porque eu, com cidadão comum, custava-me acreditar que o dinheiro no futebol vale muito mais do que uma verdade e o amor, hoje tive a prova que faltava.
Muito sinceramente? Só fico lixado de uma coisa. Ter percebido tarde demais que o dinheiro que andei a gastar foi para ver jogos de futebol que já tinham resultados ditados.
Hoje existe pessoas a festejar com a
decisão do TAS, mas eu acho que hoje deveríamos fazer todos “um minuto de silêncio”.

quinta-feira, julho 10, 2008

Hoje estou de ressaca…

Hoje sinto-me estranhamente triste, sinto um vazio, algo falta em mim…
Tento perceber o quê e o que fez esta tristeza pairar na minha alma. Talvez haja uma razão, tento perceber se será mesmo ela… procuro uma resposta, mas não consigo pensar. Horas passadas, ouvido a tua voz, percebo que afinal é a minha alma que me falta. O vazio é cada vez maior, as horas começam a eternizar-se na espera de um abraço nosso…
Ontem foi dia 9. Ah! Aquele Dezembro… Afinal é isso. Hoje estou de ressaca de um dia que é nosso, mas que foi consumido por tarefas de cada um.

terça-feira, junho 24, 2008

O som da vida...

Foi mais um dia de entrevista, a última coisa que me apetecia era ir fazer ginástica e forçar sorrisos para não me chamarem antipático.
Chego cedo, a espera por ti torna-se longa e eterna na ânsia de voltar a ter-te nos meus braços… de sentir o forte abraço.
Ao contrário do que seria de esperar, e apesar de já estar acostumado de passar a semana longe de ti, a verdade é que cada vez custa mais passar as horas do dia, e o tempo a passar lentamente por mais afazeres que tenha de realizar.

As portas fecham-se com a mesma velocidade que na simples aparência parecem abrir e os sonhos ficam adiados por uma hora boa que possa chegar e obter uma oportunidade para mostrar a vontade de aprender.
A vida parece parar, mas a locomotiva já vai a tal velocidade que não se dá conta dela passar. O som da locomotiva passa a ter um único sentido… TU! O mesmo que dizer eu… porque não existe o eu sem ti!!!

19-Junho-2008

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

A todos que recebem toques

Quando receberem um toque no telemóvel (naquelas alturas em que parecemos os putos), se sem querer atenderem o toque, por favor, não tentem desligar logo para depois mandarem uma mensagem a pedir desculpas por atenderem o dito toque.

Façam antes o seguinte:

Digam Olá, e peçam desculpa pelo telefonema. É melhor, dá sempre um ar de arrependimento mais sincero, e sempre dá para estarem um minuto ao telefone.

Obrigado.

sábado, dezembro 22, 2007

Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal,

Sabes que nunca fui pessoa de pedir prendas. Na verdade sempre tive tudo, conforme a idade que tinha, sem precisar de pedir… fui um privilegiado nesse sentido.

Agora que estamos a poucos dias desse dia tão esperado por muitos… escrevo-te não para te pedir uma prenda, até porque nesta altura já deves tudo pronto, mas para te agradecer por tudo o que me deste e tens dado.

Agradecer-te pela força que me tens dado para continuar a viver, e que apesar das contrariedades que têm surgido ao longo da vida me tens proporcionado muitas alegrias, novos desafios e algumas provas de fogo.

Agradecer-te pela família que me deste, que é a grande base da minha vida. São as pessoas que mais amo no mundo. Por vezes discutirmos por divergências de opiniões, ideais, ou por desconhecimento de causa sobre certas coisas que têm… mas eles sabem que são únicos. Tenho a certeza que fui o eleito para ter a melhor família do mundo.

Mas isto poderia te escrever todos os anos, todos os natais, e provavelmente em qualquer altura do ano… ao contrário do que aconteceu no dia 9 de Dezembro. Fizeste com que conhecesse a minha miúda, a mulher dos meus sonhos, a pessoa que passo todas os dias a pensar… a pessoa que me devolveu o sorriso – esperando ansiosamente que os domingos cheguem para ver e tocar no dela.

Costumam dizer que o destino dá oportunidade a toda a gente para ser feliz, restando depois sabermos agarra-la. Se foi com ela que o destino quis que tivesse essa oportunidade, então Pai Natal… eu não vou a deixar fugir!

terça-feira, dezembro 04, 2007

Medo de adormecer…

Hoje não me queria deitar, voltar a sonhar com a tua imagem – mesmo imóvel – seria demais para a minha alma…
Fiz de tudo para o conseguir evitar. Mas já nem a TV, o leitor de música, ou até mesmo a história do livro me ajudaram a tira-la da cabeça! Foi então que fui buscar os palitos, mas até as pequenas e frágeis pestanas, nessa altura, se tornaram pedra.
Estava condenado a mais uma bela noite de sonho, mas que ao acordar a lágrima ia acabar por cair… Tive medo, muito medo… apesar de não ter lógica e sentido, a verdade é que voltou a acontecer.
Queria renascer! Mas não posso, nem tão pouco consigo…

Talvez as ondas do mar pudessem ajudar, ou apenas o corredio suave do rio conseguisse fazer o mesmo efeito. Fosse muita ou pouca mas precisava de sentir aquela tranquilidade que só ela é capaz de criar.
Poderias te chamar de Paula, Palmira, Pamela, ou até mesmo Priscila… a verdade é que te deixas esconder por inicias, nada banais. Podias até inventar pseudónimos como L.C., mas preferiste não ir tão longe…

sexta-feira, novembro 09, 2007

Dar uma passo à frente, devagarinho...

Depois de ter passado no exame de código, tive a minha primeira aula de condução. Foi uma situação estranha estar-me a cruzar na estrada a conduzir perante os outros carros… estar a ser ultrapassado e tentar aplicar aquilo que aprendi na teórica.
Nesta primeira aula tomei consciência do quão é importante o pedal da embraiagem, na verdade sempre achei que era um pedal que não estava lá a fazer nada, fora para estorvar, claro está. Pensava eu… “então se um carro só precisa de acelerar e travar, porque raio é aquele terceiro pedal (que na verdade é o primeiro)!? Ainda por cima tem um pé exclusivo para ser usado…”, pior que tudo é o facto de ser o mais complicado d usar, nem por ter um pé só para ele facilita as coisas!
Foi estranho, ainda por cima porque nunca me tinha imaginado um dia poder estar a fazê-lo… sempre olhei como uma espécie de sonho.
Esse sonho hoje concretizou-se… Estranho?! Talvez… mas é das pequenas coisas para alguns, que outros dão a maior das importâncias! É destes pequenos grandes passos que a minha vida é feita. E quero fazer de cada um deles, uma grande vitória!

terça-feira, novembro 06, 2007

Amor vs Amizade?

Manter uma amizade depois de gostar de alguém não é tarefa fácil, muito menos quando se aprende a gostar e não se trata de uma simples paixão ou atracção física momentânea.
Infelizmente e felizmente já tive dos dois lados, ou melhor… já terminou em nada e já consegui manter aquilo que se criou desde início, a amizade e cumplicidade.
Curiosamente o manter contacto deu-se como última situação, ao contrário da primeira em que acabamos por nos agredir verbalmente e fazendo acusações mutuamente. Falta de maturidade? Talvez! Choque de personalidades? Talvez ainda mais provável…
A verdade é que nesta última situação apesar de continuamos a falar, a relação não tem sido fácil, e de quanto em vez acaba por voltar o assunto não desejável. Mas a força de vontade de não deixar estragar aquilo que se construiu acaba sempre por superar.
Deixar de gostar de alguém especial (e para ser especial não precisa de estar presente), é mais complicado do que um dia pensei… Mas à uma questão que me surge na cabeça sempre que me enfrento com alguma situação semelhante. Não valerá mais uma amizade do que um amor, ou colocando doutra maneira… qual valerá mais?! Eu serei eu a querer acreditar em algo que não é verdade?!

terça-feira, outubro 23, 2007

Um Justo regresso?

Olá pessoal... Tenho estado fora,quase ninguém da pela minha falta mas vocês vão ver... lol
Achei justo,dar noticias minhas mesmo sem vocês perguntarem.Pois bem a minha vida está muito complicada.
Entrei na universidade,concretizei o sonho de muitos estudantes, no entanto como tudo na vida a universidade não é um mar de rosas.
A vida na universidade pode se resumir a isto:

"Ser estudante, é ser bruto
Se estudo, nao curto nada
Se curto,nao estudo puto"

A verdade é que podemos encontrar um certo equilibrios entre praxes, estudos e saídas, mas acreditem... é bem dificil.
Por isso cada um que faça o que é melhor para si, mas que tenha consciência que será duro independentemente do caminho que esolher.

P.S.Quero pedir-te desculpa Márcio por este meu afastamento...Vou fazer de tudo para que no próximo fim de semana possa te fazer um visita.O Blog esta muito bom,continuem rapazes.

Cavaleiro vê se dás noticias e muito boa sorte.

segunda-feira, outubro 15, 2007

E se um dia…

E se um dia acordasses e a pessoa que pensavas que era diferente afinal viesse a revelar tão somente igual a todas as outras?
E se um dia acreditasses que havia realmente pessoas especiais e descobrisses que afinal era tudo mentira?
E se um dia, depois de longos meses, que ao lado dessa pessoa passaram como nem um avião, te fizessem acreditar que eras especial e descobrisses que afinal, pensa igualzinho como todas as pessoas?

Porque é que há pessoas incapazes de perceber que quando se trata de amor, não se deve brincar com os sentimentos?
Porque é que existem pessoas que magoam, e lidassem com isso como não se fosse nada?
Será que é assim tão difícil de perceber que existem pessoas capazes de fazer de tudo, que dão tudo apenas esperando em troca sinceridade? Porque é que dizes uma coisa e depois praticas outra?

Como é que foste capaz de viver na mentira durante estes últimos meses? Porque é que todos os sinais que deste foram o contrário daquilo que quiseste colocar um ponto final? Porque tens medo da verdade?

Afinal que pessoa és tu?

E se um dia… tudo aquilo que acreditavas, torna-se num nada?

quinta-feira, setembro 06, 2007

Amor? O que será isto?

Amor é difícil de descrever, sem dúvida que o é!
Quem é que ainda não amou ninguém? Toda a gente ama alguém se não for mais ama a Deus ou ao diabo, mas o que é o amor? A isto ninguém sabe responder. Alguns, os que sofrem por amor, dizem que dor é sinónimo de amor; os que são felizes porque amam ou são amados, dizem que felicidade é sinónimo de amor; ainda há aqueles que ficam doidos por amar alguém, para eles loucura ou doença é sinónimo de amor.
Mas para mim o amor é algo que se vive não se descreve, não só porque é difícil, mas também porque não seria justo o descrever, pois não existe nenhuma palavra nos vários dicionários de todo o mundo que possa traduzir o que é o amor? Por isso aconselho a quem faz os dicionários, a colocar à frente da palavra amor, o seguinte: “Impossível de definir, por favor procure apenas vive-lo”.

terça-feira, setembro 04, 2007

Triste? Talvez!

Saber-te perto de mim, à distância de um oceano, põe-me docemente louco...
Não te vou dizer o quanto te quero, isso cansa-te e já o percebi. Não vou dizer-te quão grandes são as saudades e quão grande é o vazio deixado por ti...
Possivelmente não te direi mais nada... limitar-me ei a sentir...
Sentirei e calarei bem fundo no meu peito os sentimentos que, a partir de hoje, serão só meus.
Triste? Talvez!
Diria antes que estou vazio de ti e cheio de tudo quanto me faz lembrar de ti e sentir-te...
Que dizer? Que fazer? Nada! Absolutamente NADA!
Gostaria de ao menos uma vez, ouvir-te dizer que me queres, que sentes saudades, que sentes a minha falta...
Sim, sei. Vou ficar eternamente à espera.
O eco do meu pensamento e da minha vontade não chega até ti.
Tens outros interesses, tens a tua vida e nela não há espaço para mim.
Apenas me resta aceitar.
Se, um dia quiseres, eu estarei por aqui...
Se, um dia precisares, eu estarei por aqui...
Se, um dia me amares, eu estarei por aqui...
Soa a "até sempre", e talvez seja mesmo, a minha/nossa despedida.