sábado, setembro 26, 2009
quarta-feira, setembro 09, 2009
Reverso da medalha, do dia de hoje
Um sentimento não qualificável marcou mais um dia que será sempre um dos dias para comemorar. Este é o 21º dia 9. São 21 meses de açúcar e sal, e de pimenta também.
Uma hipótese existente, remota ou não, de uma despedida prolongada, veio alertar para uma possível realidade que não quero imaginar como será.
O pensar que ao fim de uma semana, mais ou menos dura de trabalho, a única recompensa será somente um “hoje estaríamos juntos…”, ou o relembrar de uma saudade imensa.
A dureza será brutal, e apesar da possível consciencialização que poderá haver antecipadamente, é pouco provável que me venha a habituar há ideia… de não viver!
Vivo porque o Tu existe… só e simplesmente! Mas que continua a ser um sonho… viver por esta razão!
Uma hipótese existente, remota ou não, de uma despedida prolongada, veio alertar para uma possível realidade que não quero imaginar como será.
O pensar que ao fim de uma semana, mais ou menos dura de trabalho, a única recompensa será somente um “hoje estaríamos juntos…”, ou o relembrar de uma saudade imensa.
A dureza será brutal, e apesar da possível consciencialização que poderá haver antecipadamente, é pouco provável que me venha a habituar há ideia… de não viver!
Vivo porque o Tu existe… só e simplesmente! Mas que continua a ser um sonho… viver por esta razão!
sábado, setembro 05, 2009
Anda toda a gente indignada por se ter acabado com uma coisa que indignava toda a gente

Confesso que não gosto nem nunca gostei, nem da TVI, nem de MMG, nem da boca dela, mas gostava da forma como ela a abria. Do comentador de serviço, Vasco Pulido Valente, sempre o achei fraquinho, demasiado brando, posso mesmo dizer um choninhas.
Mesmo que não seja responsável directo, a culpa de tudo isto é de Sócrates. Agora não convence ninguém que não foi por causa dele se recusar a entrar na TVI, ou por causa do negócio falhado com a PT – que também falhou por causa dele. O Primeiro-ministro ao atacar MMG directamente pôs-se a jeito: pediu a cabeça de MMG e os espanhóis deram-lha a boca. Na pior altura.
Agora pelo menos, Manuela Moura Guedes vai ter mais tempo para ir às compras ao Freeport.
terça-feira, setembro 01, 2009
O Benfica e a Selecção II

Há muito que não se via semelhante situação: 8 golos num jogo, apesar de depois dos 3-0 o Setúbal ficar desorientado a exigência do Jesus levou até ao 8º golo.
A onda vermelha já começou: cerca de 41000 adeptos num jogo contra o Setúbal não é normal. O Benfica fazendo boas exibições (com a ajuda dos resultados), o vermelho começa a estar em grande força nos estádios.
Eu teria medo, muito medo...
A onda vermelha já começou: cerca de 41000 adeptos num jogo contra o Setúbal não é normal. O Benfica fazendo boas exibições (com a ajuda dos resultados), o vermelho começa a estar em grande força nos estádios.
Eu teria medo, muito medo...

Acho que é melhor começaram a pensar em vários jogadores que possamos vir a precisar... E jogadores com futuro.
Ou será que a questão é mais... Precisamos de alguém que marque muitos golos já! Que o desespero já é grande...
Precisou-se de um organizador de jogo, chamou-se Deco. Portugal ficou Decodependente. Precisou-se de um defesa central, chamou-se Pepe. Portugal ficou com um por milímetros quase assassino.
Precisa-se de um avançado, chama-se Liedson. Portugal dirá adeus ao Mundial...
Ou será que a questão é mais... Precisamos de alguém que marque muitos golos já! Que o desespero já é grande...
Precisou-se de um organizador de jogo, chamou-se Deco. Portugal ficou Decodependente. Precisou-se de um defesa central, chamou-se Pepe. Portugal ficou com um por milímetros quase assassino.
Precisa-se de um avançado, chama-se Liedson. Portugal dirá adeus ao Mundial...
segunda-feira, agosto 24, 2009
Campismo
3 dias, 2 noites.
Foi espectacular. Apesar de antes já ter ido acampar (dias antes) , esta foi a verdadeira primeira vez. Ou então, se quiserem, esta foi a primeira vez que até correu bem, pois a 1ª... bem... não foi mesmo.
Um fim de semana completamente a sós com a minha namorada. Fantástico, sem ninguém a quem ter que dar satisfações. Sem hora para nada.
O cheiro puro a natureza. O acordar e os primeiros sons vêm de lá de fora, dos pássaros parecendo querer dar os bons dias.
O respeito dos campistas, entre eles. Parece que se vive num mundo à parte do que se vê e lê, mesmo, literalmente. Fiquei maravilhado!
Foi espectacular. Apesar de antes já ter ido acampar (dias antes) , esta foi a verdadeira primeira vez. Ou então, se quiserem, esta foi a primeira vez que até correu bem, pois a 1ª... bem... não foi mesmo.
Um fim de semana completamente a sós com a minha namorada. Fantástico, sem ninguém a quem ter que dar satisfações. Sem hora para nada.
O cheiro puro a natureza. O acordar e os primeiros sons vêm de lá de fora, dos pássaros parecendo querer dar os bons dias.
O respeito dos campistas, entre eles. Parece que se vive num mundo à parte do que se vê e lê, mesmo, literalmente. Fiquei maravilhado!
domingo, agosto 16, 2009
TMN
A publicidade é daqueles momentos que só nos fazem chatear, principalmente quando estamos a ver algumas raridades na TV onde está em exibição um programa realmente bom e não repetitivo.
Muitas das vezes, é onde fazemos aqueles jogos com o comando, o famoso zapping! Mas temos quase sempre azar, pois no canal seguinte ou também está em publicidade (acabada de entrar à 5 segundos) ou passados 5 segundos entra em momentos publicitários.
As publicidades actualmente em exibição da TMN na TV são duas.
Muitas das vezes, é onde fazemos aqueles jogos com o comando, o famoso zapping! Mas temos quase sempre azar, pois no canal seguinte ou também está em publicidade (acabada de entrar à 5 segundos) ou passados 5 segundos entra em momentos publicitários.
As publicidades actualmente em exibição da TMN na TV são duas.
A roçar o notável
A roçar o repugnante
quarta-feira, agosto 05, 2009
Momentos únicos
Hoje vou falar-vos de uma paixão diferente, que tem trazido à minha vida momentos únicos. A raridade desses momentos é recompensada a cada existência.
Ouvi-te à janela – ora com a chuva a cair, ora a ver as estrelas no céu. Isto anos antes de ter realizado o sonho de estar ao pé de ti, de sentir um abraço teu (ou de te ter abraçado… talvez foi mais isso). Nesse tempo, onde construímos sonhos todos os dias, o estar segundos contigo era algo que ia construindo na cabeça. O que te diria nessa hora, escolher as principais perguntas a fazer de uma imensa lista, como serias fora do teu palco de feras. Olhava para o infinito e pensava quando te iria novamente abraçar. Os dias foram passando, quilómetros percorreste, fotos tiraste com fãs e admiradores.
Era o pedir para mordiscarem-me para ver se não passava de um sonho, mas também era o não me toquem, deixem-me viver este sonho! Foi como sentir que afinal era verdade, eras mesmo tu!
Desde então, a 29 de Setembro de 2007 no Coliseu do Porto, onde realizei um dos sonhos de criança, talvez tivesse mais que uma vez oportunidade de te reencontrar, mas por um ou outro motivo nunca se proporcionou… até ao passado dia 10 de Julho. Os momentos passados nessa data ficarão na memória.
Os motivos desse concerto de ser inesquecível são vários. Além de ter conhecido (finalmente) o Ricardo, colega no Clube de Fãs (clube que faz hoje 2 anos desde a sua criação), teve outras.
Foi ainda antes do concerto que andava por detrás do palco, possuía a notícia que ainda não tinhas chegado do jantar. A esperança de estar contigo – nem que fosse para dizer um simples Olá – era remota, mas existia. E aconteceu… Aconteceu da forma mais inesperada. Vejo-te ainda ao longe, a Princesa Bela (P.B.) diz: é ele! Chamei por ti, meio gritando. Corri para ti… Paraste. Não resisti, realizei o sonho, abracei-te, tive-te ao pé de mim, 2 anos depois… Não esperava tal recepção: “Tu és o Márcio! Tiveste comigo no Porto!”. Não imaginas o quanto essas palavras me tocaram. Foi algo que as palavras jamais poderão descrever. São momentos únicos! São momentos únicos que quero voltar a sentir, o desejo assim o pede, sei que haverá no amanhã.
Esta paixão, são poucos que a conseguem perceber, ou talvez consigam. Quem tem ídolos, saberá do que estou a falar. O ir atrás de ti, a cada um dos concertos, hoje é das poucas coisas que quero num futuro próximo realizar. É das poucas coisas que acredito, nos dias que correm, valem mesmo a pena. Não há influências, nem injustiças. O gozo naqueles minutos é total e, no final, virei embora com a certeza que a tua entrega foi total.
És um exemplo a seguir na minha vida! Tudo o que me dás, te agradeço, meu caro! Os teus ensinamentos, as mensagens das tuas letras, fazem-me mais forte, uma pessoa melhor.
A Ti, João Pedro Pais!
Ouvi-te à janela – ora com a chuva a cair, ora a ver as estrelas no céu. Isto anos antes de ter realizado o sonho de estar ao pé de ti, de sentir um abraço teu (ou de te ter abraçado… talvez foi mais isso). Nesse tempo, onde construímos sonhos todos os dias, o estar segundos contigo era algo que ia construindo na cabeça. O que te diria nessa hora, escolher as principais perguntas a fazer de uma imensa lista, como serias fora do teu palco de feras. Olhava para o infinito e pensava quando te iria novamente abraçar. Os dias foram passando, quilómetros percorreste, fotos tiraste com fãs e admiradores.
Era o pedir para mordiscarem-me para ver se não passava de um sonho, mas também era o não me toquem, deixem-me viver este sonho! Foi como sentir que afinal era verdade, eras mesmo tu!
Desde então, a 29 de Setembro de 2007 no Coliseu do Porto, onde realizei um dos sonhos de criança, talvez tivesse mais que uma vez oportunidade de te reencontrar, mas por um ou outro motivo nunca se proporcionou… até ao passado dia 10 de Julho. Os momentos passados nessa data ficarão na memória.
Os motivos desse concerto de ser inesquecível são vários. Além de ter conhecido (finalmente) o Ricardo, colega no Clube de Fãs (clube que faz hoje 2 anos desde a sua criação), teve outras.
Foi ainda antes do concerto que andava por detrás do palco, possuía a notícia que ainda não tinhas chegado do jantar. A esperança de estar contigo – nem que fosse para dizer um simples Olá – era remota, mas existia. E aconteceu… Aconteceu da forma mais inesperada. Vejo-te ainda ao longe, a Princesa Bela (P.B.) diz: é ele! Chamei por ti, meio gritando. Corri para ti… Paraste. Não resisti, realizei o sonho, abracei-te, tive-te ao pé de mim, 2 anos depois… Não esperava tal recepção: “Tu és o Márcio! Tiveste comigo no Porto!”. Não imaginas o quanto essas palavras me tocaram. Foi algo que as palavras jamais poderão descrever. São momentos únicos! São momentos únicos que quero voltar a sentir, o desejo assim o pede, sei que haverá no amanhã.
Esta paixão, são poucos que a conseguem perceber, ou talvez consigam. Quem tem ídolos, saberá do que estou a falar. O ir atrás de ti, a cada um dos concertos, hoje é das poucas coisas que quero num futuro próximo realizar. É das poucas coisas que acredito, nos dias que correm, valem mesmo a pena. Não há influências, nem injustiças. O gozo naqueles minutos é total e, no final, virei embora com a certeza que a tua entrega foi total.
És um exemplo a seguir na minha vida! Tudo o que me dás, te agradeço, meu caro! Os teus ensinamentos, as mensagens das tuas letras, fazem-me mais forte, uma pessoa melhor.
A Ti, João Pedro Pais!
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